terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Josué e os gibeonitas (JOSUÉ 9: 3 - 6)




No livro de Deuteronômio 7: 1-4, o Senhor exorta o povo de Israel a não fazer qualquer aliança com os povos que habitavam na terra que eles haveriam de ocupar. O Senhor temia que a influência desses povos viesse corromper a Israel, desviando-o para a idolatria e outras abominações, trazendo prejuízos e dificultando a Obra que planejava realizar no meio do seu povo. 
Hoje o Senhor tem nos tirado do mundo para realizar no nosso meio e nas nossas vidas uma Obra maravilhosa que nos conduzirá à Terra Prometida e à eternidade. Muitas são as barreiras e lutas da caminhada, e o Senhor, a exemplo do que fez com Israel, nos tem dado vitória e nos exortado a não fazer alianças com o mundo e suas filosofias e religiões, pois isso iria com certeza, nos confundir e desviar do seu propósito. Nesta caminhada para a eternidade só uma coisa nos interessa: A Revelação
Depois que Josué cruzou o Jordão a pés enxutos, destruiu Jericó e a cidade de Ai, chegou com o povo ao monte Ebal onde edificou um altar ao Senhor. Quando estava acampado em Gilgal, os gibeonitas, fingindo ser de uma terra distante e propondo uma aliança com Josué e todo o povo de Israel. Disseram mais ser servos e que vieram por causa do Senhor Deus de Israel. Na verdade era tudo uma farsa para enganar Josué e todo o povo. A religião tem usado o mesmo método para envolver os servos do Senhor e aqueles que lutam pela Terra Prometida.
Diante de tudo que o Senhor tem revelado na sua Palavra e daquilo que nós temos visto no meio religioso deste mundo, concluímos que não podemos fazer aliança com esse tipo de coisa. Não porque nos julgamos melhores do que ninguém, mas por causa da Obra do Senhor, para que ela não seja prejudicada nem afetada na sua característica principal, a qual nos orienta na caminhada, que é a Revelação do Espírito.



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